sábado, 27 de outubro de 2007

O TEMPLO DO POETA O templo do poeta é a promessa de um novo dia, é o pulsar das emoções , mesmo com a alma vazia. Pela fúria das estrofes e pela indulgência das rimas navega em águas revoltas, se preciso rio-acima. Seus versos não desabrocham em calmos bancos de areia quer sua musa humana, mas com nuances de sereia. Tentando a frase perfeita, arrisca prazer e dor a espera que o pôr–do-sol junte os destroços do amor. Com um dedo de esperança, persegue ventos, monções, traz a palavra concreta que traduz as sensações de estar em plena busca, ser o barco e ser o porto, viver na sombra das ostras e só brilhar depois de morto. Basilina pPreira

Um comentário:

fe disse...

Basilina, gostei do seu estilo.Vc brinca bem com as palavras.Já ganhou mais um fã.Bjus do Walbes.