terça-feira, 10 de março de 2015

SEGREDO

Segredo: arma mortal,
que pode renascer da cinza mais fluida
independente do grito ou do silêncio.
É aquele nó que o tempo não dissipa,
a mágoa não corrói e a chuva não lava.
É a prisão que independe de grades,
o acervo que só vive quando morre.

Basilina Pereira

2 comentários:

Clau Assi Poesias disse...

E você, amada, tem o segredo dos versos.

beijo mega ternurento

Clau Assi

Basilina disse...

Obrigada, querida amiga. Aquele abraço carregado de um carinho imenso.